terça-feira, 12 de outubro de 2010

Teste de DNA

A molécula de DNA, formada por milhões de nucleotídeos em cadeia, sofre às vezes alterações, chamadas mutações, com a substituição de certos nucleotídeos por outros diferentes. As mutações são mais toleradas quando acontecem em regiões não-codificantes do DNA, trechos sem informação útil que constituem cerca de 90% do genoma. Muitas vezes, as mutações tornam-se estáveis, sendo transmitidas aos descendentes. Como é muito grande a variação no número e no tipo de mutações estáveis do DNA – fenômeno conhecido como polimorfismo genético -, é possível identificar uma pessoa com base no seu padrão de polimorfismo.

Para reconhecer os “locos” (sítios) onde ocorrem essas mutações, foi inventada a técnica de RFLP (doinglês Restriction Fragment Length Polymorphism, ou “polimorfismo de comprimento de fragmento de restrição”). O método usa as chamadas enzimas de restrição, que “cortam” o DNA apenas onde existem certas seqüências específicas de nucleotídeos – designados pelas letras iniciais dos nomes das bases que os formam: adenina [A], citosina [C], guanina [G] e timina [T]. A enzima Hae III (figura 1), por exemplo, só corta o DNA no sítio correspondente à seqüência GG/CC.

DNA NORMAL

Hae III reconhece a seqüência e corta o DNA

A
T
C
T
G
G
C
C
G
A
T
T
C

T
A
G
A
C
C
G
G
C
T
A
A
G


DNA COM MUTAÇÃO
Mutação substitui G por A (e C por T na outra fita)

Hae III não reconhece a seqüência e não corta o DNA

A
T
C
T
G
A
C
C
G
A
T
T
C

T
A
G
A
C
T
G
G
C
T
A
A
G


Uma mutação pode eliminar um sítio de restrição, ou criar um novo. Dependendo da posição relativa dos sítios de restrição, os fragmentos gerados pelo corte de DNA terão tamanho maior ou menor, e poderão ser separados por eletroforese. Nessa técnica, uma corrente elétrica provoca a migração dos fragmentos em um gel, sendo os maiores mais lentos que os menores. Com isso, os fragmentos assumem após algum tempo posições variáveis, o que constitui o padrão de polimorfismo.

O conteúdo das notícias é de responsabilidade de seus respectivos autores e veículo de comunicação, não refletindo necessariamente a opinião do Ministério Deus Vive. 

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Identificados novos mecanismos-chave para a reparação da cadeia do DNA


Descoberta de proteínas que atuam no conserto das quebras nas fitas do DNA tem grandes implicações para pesquisas sobre o câncer
Estrutura de DNA é alvo de estudo para reparação de possíveis rupturas nas suas cadeias
Estrutura de DNA é alvo de estudo para reparação de possíveis rupturas nas suas cadeias
Os investigadores da University of Yale, nos Estados Unidos, identificaram mecanismos-chave usados para reparar rupturas nas cadeias de DNA, uma questão fundamental na biologia, com implicações para a investigação do câncer.
Cromossomos estão constantemente sob ataque das ameaças ambientais, como a radiação e, como consequência, sofrem interrupções nas fitas de DNA. Se deixadas sem conserto, essas quebras de DNA podem levar ao desenvolvimento de câncer. O processo de reparação da ruptura é tão complexo que intrigou cientistas por décadas.
Em um artigo publicado na revista Nature, a equipe de Yale e colaboradores da Baylor School of Medicine identificaram 10 proteínas cruciais para o processo e definiram como essas proteínas interagem para iniciar a reparação das rupturas.
"Demorou 20 anos para chegar a este ponto, e este trabalho abre caminhos para que possamos esclarecer o mecanismo detalhado do processo de reparação das quebras e, certamente, nos manter ocupados por muitos mais anos", disse o autor sênior do estudo, Patrick Sung. "Isso tem grande relevância para a investigação do câncer, porque quando esse caminho não está operando, o câncer pode aparecer."
Diversos trabalhos nos últimos dois anos têm identificado genes envolvidos na reparação da quebra cromossômica e ajudaram a equipe de Yale a identificar as proteínas envolvidas nesse processo. A equipe de pesquisa foi capaz de purificar as proteínas e estudar seus papéis individuais no processo de reparação.
"Agora somos capazes de fazer perguntas muito mais detalhadas sobre esses mecanismos", disse Sung.
O estudo abre pistas para inúmeros pesquisadores do câncer. Por exemplo, as mutações nos genes BRCA2 e PALB2, que conferem um maior risco de câncer de mama e outros tipos, foram associadas a defeitos no reparo da quebra de DNA.

O conteúdo das notícias é de responsabilidade de seus respectivos autores e veículo de comunicação, não refletindo necessariamente a opinião do Ministério Deus Vive. 

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Ser Transparente...

Ás vezes fico me perguntando por que é tão difícil ser transparente!
Costumamos acreditar que Ser Transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros.
Mas “Ser Transparente” é muito mais do que isso...
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente...
Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as “máscaras”, baixar as armas...
Destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em nos empenhar para levantar...

Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde...
Mas, infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco.
Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana...
Preferimos o “nó na garganta” às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser...
Preferimos nos perder numa busca insana por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que não sabemos, que temos medo!

Por mais doloroso que seja ter de construir uma ‘máscara’ que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos e até do nosso Deus... Preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção...
E assim vamo-nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos...
Não porque sejamos pessoas mentirosas!
Mas porque, como folhas secas, nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado...

Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar com os irmãos... Doçura, compaixão, compreensão... De que todos nós sofremos e às vezes nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir... Num silêncio que nos remete à saudade de “nós mesmos” daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar àqueles que mais amamos! Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar, agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer: “você está me machucando... Pode parar, por favor!” Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro...

Quando, na verdade, se agíssemos deixando que a nossa razão ouvisse também o nosso coração, poderíamos evitar tanta dor!

Não devemos ter medo dos confrontos... Mas sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura!
Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencíveis... Que consigamos tentar não controlar tanto, responder tanto, competir tanto...
Mas confiar na Graça do Senhor Jesus Cristo, que nos basta...

Ame, simplesmente ame!
A inteligência sem amor nos faz perversos. A justiça sem amor nos faz implacáveis...
A diplomacia sem amor nos faz hipócritas. O êxito sem amor nos faz arrogantes...
A riqueza sem amor nos faz avaro... A pobreza sem amor nos faz orgulhosos...
A beleza sem amor nos faz fúteis. A autoridade sem amor nos faz tiranos.

Ame, simplesmente ame!
O trabalho sem amor nos faz escravos. A simplicidade sem amor nos deprecia.
A lei sem amor nos oprime. A política sem amor nos deixa egoístas.
A fé sem amor nos deixa fanáticos. A cruz sem amor se converte em tortura.
E quando, algumas vezes, NÃO encontramos as palavras adequadas para expressar o que sentimos; seja por timidez ou porque os sentimentos nos avassalam; nesses casos podemos contar com o idioma dos abraços...
A vida sem amor não tem qualquer sentido!

Lembrando que a vida é tão curta e a tarefa de vivê-la é tão difícil que quando começamos a aprendê-la, já é hora de partir...
Sigamos na certeza de que TUDO PASSA...
Que consigamos docemente viver, sentir, amar... Ser Transparentes...
Certos de que esse momento que você vive, seja ele de muita alegria ou de dor vai passar!
E você deverá seguir em frente, sem olhar para trás, rumo à eternidade, sempre transparente, porque tudo passa, mas você é eterno...

…no favor do Senhor está a vida; o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã Salmos 30:5.

Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados, sede “de um mesmo parecer”, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco” (Bíblia Sagrada - 2 Coríntios 13:11)

terça-feira, 20 de julho de 2010

CAPITÓLIO - Construções Sinistras

O Capitólio dos E.U.A não é simplesmente qualquer outro prédio governamental. É o centro espiritual dos Estados Unidos. Sua estrutura, sua arte e seus símbolos revelam a grande importância das fraternidades secretas na construção do governo mais poderoso da terra.
Vamos explorar o Capitólio e descobrir as características que tornam este edifício uma construção maçônica, um Templo de Salomão americano.
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O Capitólio é visto pela mídia norte-americana como a sede da democracia, onde grandes decisões políticas são tomadas.
Muito poucos reconhecem os elementos espirituais da arquitetura e o simbolismo do edifício que literalmente faz com que seja um templo de mistérios maçônicos.
No centro de tudo é George Washington, um maçon, grau 33 , ser ungido como o "CRISTO AMERICANO".
O edifício do Capitólio esta envolvido em muitas noções desconhecidas para o homem comum, ainda os construtores pareciam dar grande importância para eles: o alinhamento com os corpos celestes, a importância de linhas (alinhamentos), numerologia ocultista energia espiritual, etc.
Essas coisas poderia soar como "novidade maluca ", mas não para o para os Fundadores, que atribuem grande importância a eles.
Aqui esta um olhar profundo sobre o significado do Capitólio.

Criado pela Maçonaria

O Capitólio, como todos os de Washington, DC, foi quase inteiramente desenhado por maçons e integra-se dentro de sua arquitetura e arte e seus conceitos "para a arte".

O Capitólio dos Estados Unidos, em Washington, DC, foi a criação de uma sucessão de arquitetos que eram quase todos os maçons.
Originalmente concebido por William Thornton (1759-1828), a obra foi concluída pelo irmão Benjamin Latrobe (um aluno do arquiteto Inglês Samuel Pepys Cockerell, 1754-1827), que também redesenhou-lo após a guerra de 1812.
As alas laterais e a grande cúpula foram acrescentados posteriormente pelo irmão Thomas Ustick Walter.
Refrência: -phoenixmasonry.org

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No lançamento da pedra fundamental da construção, George Washington em traje maçônico completo.

A pedra angular do Capitólio E.U. Building foi estabelecido com honras em Maçônica 18 de setembro de 1793 sob os auspícios da Grande Loja de Maryland. Na cerimônia, o presidente George Washington presidiu. Venerável Irmão Washington foi assistida por RW Bro. Joseph Clarke, Grand Master pro. Joseph Clarke, Grão-Mestre pro. tem. of Maryland, Wor. TEM. de Maryland, Wor. Elisha C. Dick, Master of Alexandria Lodge No. 22 of Virginia (Washington's home Lodge) and Wor. e Wor. Valentine Reintzel, Valentine Reintzel, Mestre da Loja n º 9 de Maryland (agora Potomac Lodge n º 5 do Distrito de Colômbia).
Fonte:-Ibid.
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Layout Geográfico

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O Capitólio em frente ao Monumento de Washington

Washington DC foi cuidadosamente definidos de acordo com princípios ocultistas antigos. O Capitólio é uma parte vital do projeto pela sua localização e sua forma. Característica mais importante do Capitólio é, naturalmente, sua enorme cúpula, que carrega um significado simbólico pesado, como veremos mais tarde. Esta cúpula esta de frente ao Monumento de Washington, a 555,5 metros de altura (6666polegadas) réplica de um obelisco egípcio. Este layout é muito semelhante à praça de são Pedro, no Vaticano, onde um obelisco esta de frente a uma cúpula gigante. Veja na imagem abaixo:image

Praça de São Pedro, Vaticano. Um obelisco de frente para uma cúpula.

O layout também pode ser encontrado em Paris, Astana e muitas outras cidades. Não há aqui uma coincidência: este layout traz um importante significado alquímico. Em quase todas as culturas, a cúpula tem sido associado com o princípio feminino, o útero, a matriz. Oposição a ele está o obelisco, símbolo egípcio antigo fálico que representa o princípio masculino. A união desses dois princípios dá a luz a umaterceira entidade, uma descendência, que podem ser descritos como "energia espiritual". Se esta energia é simbólica ou uma realidade palpável é algo que eu não sei (ainda), não estou qualificado para avançar diante. Muitas teorias afirmam que as formas, tais como pirâmides, cúpulas e arcos pode armazenar, extrair ou difundir, a energia que os cerca, mas deixo essa análise para outra pessoa. O tema da união dos princípios masculino e feminino é muito comum na arquitetura oculta e é seguramente o mais facilmente reconhecível.

Vamos olhar para o Capitólio. Imagine uma linha reta de partida na ponta da cúpula do Capitólio e indo para baixo, direita para a cripta. É assim que vamos explorar o Capitólio.

A ESTÁTUA DA LIBERDADE

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Estando em cima da cúpula do Capitólio é a enigmática estátua da Liberdade em pé sobre uma forma esférica, o que provavelmente representa a Terra.
. Em torno deste mundo está o ditado "E Pluribus Unum"
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Ela é uma figura feminina alegórica cuja mão direita segura o punho de uma espada embainhada, enquanto uma coroa de louros da vitória e do Escudo dos Estados Unidos estão entrelaçadas em sua mão esquerda. O escudo heráldico é o mesmo que tem no Grande Selo dos Estados Unidos, com treze listras, exceto que o principal tem estrelas (mais uma vez, treze). Seus adereços é garantido por um broche com a inscrição "E.U.A" e está parcialmente coberto por um pano pesado, estilo indiano, com franjas e um cobertor jogado sobre o ombro esquerdo. Ela simbolicamente enfrenta o leste em direção à entrada principal do edifício, o que significa que aliás, nunca o sol se põe sobre a Liberdade.

Então, quem é esta Deusa de pé, no topo do edifício mais importante da América e com vista para a capital do Estado? Ela certamente não é a Virgem Maria (você ficaria surpreso com o número de pessoas que pensam isso) e ela não pode ser positivamente associado com qualquer deusa da antiguidade. A verdade é que o bairro leva seu nome. DC = Distrito de Colúmbia. Ela é a deusa alegórica da América, a figura mitológica tipicamente americana, a
Columbia.
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O DOMO
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A cúpula do Capitólio, em sua pintura demonstra uma ótica extremamente significativa, que revela o significado espiritual filosófico, político e os objectivos dos Fundadores. . Raros são os escritores têm discutido o significado gnóstico, alquímico e esotérica deste trabalho, ainda que tenha sido visitado por milhões de turistas. O interessante livro
"Freedom's Gate", escrito por William Gray e Mark Henry é o único trabalho que eu encontrei analisar o significado místico desta pintura chamada"The Apotheosis".
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"A Apoteose" é a obra de Constantino Brumidi, um artista italiano que se tornou famoso por suas pinturas encomendadas pelo Vaticano e o papa Pio IX. In 1848, Em 1848, uma tentativa de derrubar o poder papal no Vaticano, foi liderado pelo maçom Giuseppe Manzini, que levou a um período de caos e aos persegidospelo Papa. O poder da revolução não foi, porém, bem sucedido e poder papal foi restaurada por uma coalizão Européia. Surpreendentemente, Brumidi não foi preso e considerado culpado de liderar um dos grupos revolucionários Manzini para derrubar o Vaticano. Mas foi sentenciado à prisão, mas mais tarde foi autorizada a deixar a Itália para o E.U.A. sob a condição de que ele nunca voltaria. Ele então fez um nome para si mesmo no E.U.A. trabalhando para fraternidades ocultas s jesuítas e tal. História Burmidi está em perfeita conformidade com o estatuto do Capitólio como o "Anti-Vaticano", ou o espelho, Mystery Religion, oposto do Vaticano. Vamos olhar Brumidi's magnum opus, a apoteose.

Uma apoteose pode ser definida como a exaltação máxima , a nível divino. Em outras palavras, esta pintura mostra a elevação de George Washington, a um elevação de homem de Deus, como
Jesus Cristo. Ele é mostrado sentado em um arco-íris e por trás dele é um portal, o vórtice, que o eleverá para o céu (o mundo dos espíritos). Como dito acima, a cúpula esotericamente representa o útero doador da vida. Washington está prestes a sair do ventre da cúpula a experiência de renascimento como um deus imortal. William Henry foi devidamente assinalado que a divindade de Jesus Cristo foi retratado de forma semelhante na arte religiosa antiga.
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"O Juízo Final" (Detalhesl) por Hans Memling - Cristo em um arco-íris com portal do sol atrás dele
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"Cristo Rei". Ele novamente encontrar aqui Jesus sobre um arco-íris cercado por figuras religiosas. MAS EM POSIÇÃO DE BAPHOMET?

A Apoteose, portanto, envia uma mensagem clara:
George Washington é o Cristo americano. Isto pode parecer blasfêmia para o cristão, mas está em perfeita harmonia com os maçons / Rosacruz / filosofia gnóstica dos construtores do Capitólio.

Os ensinamentos esotéricos explicam que uma centelha de divindade está adormecido dentro de cada pessoa. Esta interior piedade pode ser despertado através de uma formação intelectual e espiritual rigorosa e o domínio das artes ocultas. O resultado de um treinamento bem sucedido é o nascimento do homem perfeito, um Cristo, um
homem-deus. Rosacruzes acreditam que os ensinamentos de Jesus Cristo, assim como Buda, mostram o caminho para a transformação espiritual que se deve proceder para atingir a iluminação. George Washington, como um pedreiro 33 graus atingiu este nível .
Contrariamente ao pinturas, acima de Jesus, onde foi cercado por anjos e santos, Washington está rodeada por importantes figuras do paganismo antigo, que são partes intrincadas dos mistérios maçônicos:


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Hermes com o chapéu alado
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Poseidon, rei de Atlandida e sua filha vênus
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Vulcano, deus do fogo e também esotericamente o deus da Alquimia
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Liberdade ( Columbia) espantando reis e tiranos
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Ceres, deusa da agricultura
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Minerva, deusa da sabedoria
Hermes, Poseidon, Vulcano, Liberdade, Ceres e Minerva são destinadas, respectivamente, representam o comércio, marítimos, a mecânica, a guerra, a agricultura e a sabedoria. A pintura, porém, TEM um significado esotérico alquímico.
significado alquímico

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A alquimia é uma filosofia e uma prática, com um objectivo de atingir a máxima sabedoria, bem como a imortalidade, que envolve a melhoria do alquimista, bem como a misturade várias substâncias ,descritas como possuindo propriedades incomuns.

O objetivo final da alquimia é a realização do "Grande Obra", que é a transmutação dos metais em ouro, ou, esotericamente, a transmutação dos homens em deuses. O quadro reflete a harmonia entre os elementos da alquimia, que são ar, fogo, água e terra, que são incorporados, respectivamente, por Hermes, Vulcano, Ceres e Poseidon. George Washington se é retratado de forma semelhante como a figura de "alquimia" de Notredame, em Paris, veja:
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"Alquimia" de Notre Dame, Paris
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Washington aponta para um livro




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"No simbolismo alquímico,o trono Washington é centro da Sabedoria. Ele é comparável ao Selo da Grande Obra, na Catedral de Notre Dame. Comentando este selo em, O Mistério das Catedrais, Fulcanelli diz alquimia é representada por uma mulher com a cabeça nas as nuvens. Sentado em um trono, ela segura em sua mão esquerda um cetro, o símbolo do poder real, enquanto a mão direita apoia dois livros, um fechado (esoterismo), o outro exoterismo (aberto). Suportado entre os joelhos e correndo até o corpo dela, é um philosphorum do Scala - a escada dos filósofos - também conhecido como o Scala dei ou escada para o céu. , é George Washington nas nuvens. Em vez de um cetro , que ele tem uma espada voltada para baixo. Ele nos direciona para um livro aberto. Este é o livro da luz, o livro dos segredos celestiais. Quais são estes segredos? "
-Fonte: -W. Henry, Freedom's Gate

A Cripta
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Diretamente sob a cúpula, no andar de baixo , está cripta do Capitólio. É composta por 40 colunas dóricas , que sustentam o andar de cima. No centro desse círculo de colunas, tem uma espécie bússola de bronze em forma de estrela, que é o centro, literalmente de Washington, DC.
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Todos os endereços de rua em Washington, DC são atribuídos um relação a esta estrela.
Se voce leu meu outro artigo sobre outra construção ''mistica'' , MANITOBA, tambem artigos relativos ao da Construção e do Supremo Tribunal de Israel, você vai notar que todos estes edifícios apresentam uma cripta com colunas colocadas em uma forma circular com uma estrela no centro , diretamente alinhado com a parte superior da cúpula. Esta característica distintiva apresentam nos dias modernos , templos maçônicos com significado especial.

TUMBA DE WASHINGTON

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Sob a cripta é o túmulo de George Washington. Seu corpo, no entanto, está em Mount Vernon, devido a uma batalha jurídica. Pode-se argumentar, contudo, que o túmulo dele,
g.washington, está VAZIO ... um pouco como Jesus Cristo foi. Washington não é um homem, mas um deus.Isso sim, é é uma blasfêmiasem tamanho!
Outros Itens

É impossível incluir todas as características notáveis do Capitólio, em um único artigo, mas aqui estão algumas fotos interessantes.

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Esta escultura representando um Washington tronco nu e ardente (modelado como Zeus de Olímpia) foi concebido para ser colocado em exibição no Capitólio. Ele causou polêmica e as pessoas que se sentem incomodadas , muitos cristão inclusive.Ninguém compreendeu porque eles tinham que olhar para uma Washington nu. Eles também não entendem por que ele era retratado como um deus pagão. É agora Você vê uma semelhança com a imagem abaixo? ...
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Este foi criado pelo mesmo idealizador da Washington-Zeus,escultura de Baphomet, Horatio Greenough.Ele retrata um homem branco, forte razoável subjugando um indígena selvgem e louco. O homem branco, forte, que é de cerca de 2 vezes o seu tamanho, está dizendo a ele "Shhh, voce é um selvagem fracote, ok, a sua miséria é longa . A nossa grande civilização vai cuidar bem de você ". Este trabalho ''não-ofensivo'' é apropriadamente chamado de "O Resgate" e foi colocado do Capitólio por um tempo. É agora está no depósito e supostamente em péssimo estado de conservação.
Prayer Room Window
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Em 1955, uma sala de oração foi criada junto à redoma do Capitólio. . A janela mostra o deus-homem Washington orando e contém alguns outros símbolos interessantes que você pode reconhecer ..
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Apoteose de Lincoln


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SEM COMENTÁRIOS...


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Concluindo

Simplificando, o Capitólio é o centro cerimonial da América. É onde os americanos comemoram inauguração de seu novo presidente e onde estão aqueles que já faleceram.
Se nós estamos testemunhando Obama marchar até os 33 passos para o Capitólio, depois de sua posse ou vendo caixão de Gerald Ford em exposição sob o título "A Apoteose", todos os rituais são totalmente impregnado de simbolismo ocultistas. É simplesmente impossível entender este país, seus governantes ea sua filosofia sem compreender a sua origem maçônica.
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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Aquecimento global pode matar 6 bilhões de pessoas.

Aquecimento global é inevitável e 6 bi morrerão, disse cientista!

James Lovelock, sempre provocador, acredita que a raça humana está em perigo real e imediato. "Será uma época sombria, mas emocionante"

Por Jeff Goodell
James Lovelock, renomado cientista, diz que o aquecimento global é irreversível - e que mais de 6 bilhões de pessoas vão morrer neste século

Aos 88 anos, depois de quatro filhos e uma carreira longa e respeitada como um dos cientistas mais influentes do século 20, James Lovelock chegou a uma conclusão desconcertante: a raça humana está condenada. "Gostaria de ser mais esperançoso", ele me diz em uma manhã ensolarada enquanto caminhamos em um parque em Oslo (Noruega), onde o estudioso fará uma palestra em uma universidade. Lovelock é baixinho, invariavelmente educado, com cabelo branco e óculos redondos que lhe dão ares de coruja. Seus passos são gingados; sua mente, vívida; seus modos, tudo menos pessimistas. Aliás, a chegada dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse - guerra, fome, pestilência e morte - parece deixá-lo animado. "Será uma época sombria", reconhece. "Mas, para quem sobreviver, desconfio que vá ser bem emocionante."

Na visão de Lovelock, até 2020, secas e outros extremos climáticos serão lugar-comum. Até 2040, o Saara vai invadir a Europa, e Berlim será tão quente quanto Bagdá. Atlanta acabará se transformando em uma selva de trepadeiras kudzu. Phoenix se tornará um lugar inabitável, assim como partes de Beijing (deserto), Miami (elevação do nível do mar) e Londres (enchentes). A falta de alimentos fará com que milhões de pessoas se dirijam para o norte, elevando as tensões políticas. "Os chineses não terão para onde ir além da Sibéria", sentencia Lovelock. "O que os russos vão achar disso? Sinto que uma guerra entre a Rússia e a China seja inevitável." Com as dificuldades de sobrevivência e as migrações em massa, virão as epidemias. Até 2100, a população da Terra encolherá dos atuais 6,6 bilhões de habitantes para cerca de 500 milhões, sendo que a maior parte dos sobreviventes habita rá altas latitudes - Canadá, Islândia, Escandinávia, Bacia Ártica.

Até o final do século, segundo o cientista, o aquecimento global fará com que zonas de temperatura como a América do Norte e a Europa se aqueçam quase 8 graus Celsius - quase o dobro das previsões mais prováveis do relatório mais recente do Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática, a organização sancionada pela ONU que inclui os principais cientistas do mundo. "Nosso futuro", Lovelock escreveu, "é como o dos passageiros em um barquinho de passeio navegando tranqüilamente sobre as cataratas do Niagara, sem saber que os motores em breve sofrerão pane". E trocar as lâmpadas de casa por aquelas que economizam energia não vai nos salvar. Para Lovelock, diminuir a poluição dos gases responsáveis pelo efeito estufa não vai fazer muita diferença a esta altura, e boa parte do que é considerado desenvolvimento sustentável não passa de um truque para tirar proveito do desastre. "Verde", ele me diz, só meio de piada, "é a cor do mofo e da corrupção."

Se tais previsões saíssem da boca de qualquer outra pessoa, daria para rir delas como se fossem devaneios. Mas não é tão fácil assim descartar as idéias de Lovelock. Na posição de inventor, ele criou um aparelho que ajudou a detectar o bur aco crescente na camada de ozônio e que deu início ao movimento ambientalista da década de 1970. E, na posição de cientista, apresentou a teoria revolucionária conhecida como Gaia - a idéia de que nosso planeta é um superorganismo que, de certa maneira, está "vivo". Essa visão hoje serve como base a praticamente toda a ciência climática. Lynn Margulis, bióloga pioneira na Universidade de Massachusetts (Estados Unidos), diz que ele é "uma das mentes científicas mais inovadoras e rebeldes da atualidade". Richard Branson, empresário britânico, afirma que Lovelock o inspirou a gastar bilhões de dólares para lutar contra o aquecimento global. "Jim é um cientista brilhante que já esteve certo a respeito de muitas coisas no passado", diz Branson. E completa: "Se ele se sente pessimista a respeito do fu turo, é importante para a humanidade prestar atenção."

Lovelock sabe que prever o fim da civilização não é uma ciência exata. "Posso estar errado a respeito de tudo isso", ele admite. "O problema é que todos os cientistas bem intencionados que argumentam que não estamos sujeitos a nenhum perigo iminente baseiam suas previsões em modelos de computador. Eu me baseio no que realmente está acontecendo."

Quando você se aproxima da casa de Lovelock em Devon, uma área rural no sudoeste da Inglaterra, a placa no portão de metal diz, claramente: "Estação Experimental de Coombe Mill. Local de um novo hábitat. Por favor, não entre nem incomode".
Depois de percorrer algumas centenas de metros em uma alameda estreita, ao lado de um moinho antigo, fica uma casinha branca com telhado de ardósia onde Lovelock mora com a segunda mulher, Sandy, uma norte-americana, e seu filho mais novo, John, de 51 anos e que tem incapacidade leve. É um cenário digno de conto de fadas, cercado de 14 hectares de bosques, sem hortas nem jardins com planejamento paisagístico. Parcialmente escondida no bosque fica uma estátua em tamanho natural de Gaia, a deusa grega da Terra, em homenagem à qual James Lovelock batizou sua teoria inovadora.

A maior parte dos cientistas trabalha às margens do conhecimento humano, adicionando, aos poucos, nova informações para a nossa compreensão do mundo. Lovelock é um dos poucos cujas idéias fomentaram, além da revolução científica, também a espiritual. "Os futuros historiadores da ciência considerarão Lovelock como o homem que inspirou uma mudança digna de Copérnico na maneira como nos enxergamos no mundo", pr evê Tim Lenton, pesquisador de clima na Universidade de East Anglia, na Inglaterra. Antes de Lovelock aparecer, a Terra era considerada pouco mais do que um pedaço de pedra aconchegante que dava voltas em torno do Sol. De acordo com a sabedoria em voga, a vida evoluiu aqui porque as condições eram adequadas: não muito quente nem muito frio, muita água. De algum modo, as bactérias se transformaram em organismos multicelulares, os peixes saíram do mar e, pouco tempo depois, surgiu Britney Spears.

Na década de 1970, Lovelock virou essa idéia de cabeça para baixo com uma simples pergunta: Por que a Terra é diferente de Marte e de Vênus, onde a atmosfera é tóxica para a vida? Em um arroubo de inspiração, ele compreendeu que nossa atmosfera não foi criada por eventos geológicos aleatórios, mas sim devido à efusão de tudo que já respirou, cresceu e apodreceu. Nosso ar "não é meramente um produto biológico", James Lovelock escreveu. "É mais provável que seja uma construção biológica: uma extensão de um sistema vivo feito para manter um ambiente específico." De acordo com a teoria de Gaia, a vida é participante ativa que ajuda a criar exatamente as condiçõe s que a sustentam. É uma bela idéia: a vida que sustenta a vida. Também estava bem em sintonia com o tom pós-hippie dos anos 70. Lovelock foi rapidamente adotado como guru espiritual, o homem que matou Deus e colocou o planeta no centro da experiência religiosa da Nova Era. O maior erro de sua carreira, aliás, não foi afirmar que o céu estava caindo, mas deixar de perceber que estava. Em 1973, depois de ser o primeiro a descobrir que os clorofluocarbonetos (CFCs), um produto químico industrial, tinham poluído a atmosfera, Lovelock declarou que a acumulação de CFCs "não apresentava perigo concebível". De fato, os CFCs não eram tóxicos para a respiração, mas estavam abrindo um buraco na camada de ozônio. Lovelock rapidamente revisou sua opinião, chamando aquilo de "uma das minhas maiores bolas fora", mas o erro pode ter lhe custado um prêmio Nobel.

No início, ele também não considerou o aquecimento global como uma ameaça urgente ao planeta. "Gaia é uma vagabunda durona", ele explica com freqüência, tomando emprestada uma frase cunhada por um colega. Mas, há alguns anos, preocupado com o derretimento acelerado do gelo no Ártico e com outras mudanças relacionadas ao clima, ele se convenceu de que o sistema de piloto automático de Gaia está seriamente desregulado, tirado dos trilhos pela poluição e pelo desmatamento. Lovelock acredita que o planeta vai recuperar seu equilíbrio sozinho, mesmo que demore milhões de anos. Mas o que realmente está em risco é a civilização. "É bem possível considerar seriamente as mudanças climáticas como uma resposta do sistema que tem como objetivo se livrar de uma espécie irritante: nós, os seres humanos", Lovelock me diz no pequeno escritório que montou em sua casa. "Ou pelo menos fazer com que diminua de tamanho."

Se você digitar "gaia" e "religion" no Google, vai obter 2,36 milhões de páginas - praticantes de wicca, viajantes espirituais, massagistas e cura ndeiros sexuais, todos inspirados pela visão de Lovelock a respeito do planeta. Mas se você perguntar a ele sobre cultos pagãos, ele responde com uma careta: não tem interesse na espiritualidade desmiolada nem na religião organizada, principalmente quando coloca a existência humana acima de tudo o mais. Em Oxford, certa vez ele se levantou e repreendeu Madre Teresa por pedir à platéia que cuidasse dos pobres e "deixasse que Deus tomasse conta da Terra". Como Lovelock explicou a ela, "se nós, as pessoas, não respeitarmos a Terra e não tomarmos conta dela, podemos ter certeza de que ela, no papel de Gaia, vai tomar conta de nós e, se necessário for, vai nos eliminar".
Gaia oferece uma visão cheia de esperança a respeito de como o mundo funciona. Afinal de contas, se a Terra é mais do que uma simples pedra que gira ao redor do sol, se é um superorganismo que pode evoluir, isso significa que existe certa quantidade de perdão embutida em nosso mundo - e essa é uma conclusão que vai irritar profundamente estudiosos de biologia e neodarwinistas de absolutamente todas as origens.

Para Lovelock, essa é uma idéia reconfortante. Considere a pequena propriedade que ele tem em Devon. Quando ele comprou o terreno, há 30 anos, era rodeada por campos aparados por mil anos de ovelhas pastando. E ele se empenhou em devolver a seus 14 hectares um caráter mais próximo do natural. Depois de consultar um engenheiro florestal, plantou 20 mil árvores - amieiros, carvalhos, pinheiros. Infelizmente, plantou muitas delas próximas demais, e em fileiras. Agora, as árvores estão com cerca de 12 metros de altura, mas em vez de ter ar "natural", partes do terreno dele parecem simplesmente um projeto de reflorestamento mal executado. "Meti os pés pelas mãos", Lovelock diz com um sorriso enquanto caminhamos no bosque. "Mas, com o passar dos anos, Gaia vai dar um jeito."

Até pouco tempo atrás, Lovelock achava que o aquecimento global seria como sua floresta meia-boca - algo que o planeta seria capaz de corrigir. Então, em 2004, Richard Betts, amigo de Lovelock e pesquisador no Centro Hadley para as Mudanças Climáticas - o principal instituto climático da Inglaterra -, convidou-o para dar uma passada lá e bater um papo com os cientistas. Lovelock fez reunião atrás de reunião, ouvindo os dados mais recentes a respeito do gelo derretido nos pólos, das florestas tropicais cada vez menores, do ciclo de carbono nos oceanos. "Foi apavorante", conta.

"Mostraram para nós cinco cenas separadas de respostas positivas em climas regionais - polar, glacial, floresta boreal, floresta tropical e oceanos -, mas parecia que ninguém estava trabalhando nas conseqüências relativas ao planeta como um todo." Segundo ele, o tom usado pelos cientistas para falar das mudanças que testemunharam foi igualmente de arrepiar: "Parecia que estavam discutindo algum planeta distante ou um universo-modelo, em vez do lugar em que todos nós, a humanidade, vivemos".

Quando Lovelock estava voltando para casa em seu carro naquela noite, a compreensão lhe veio. A capacidade de adaptação do sistema se perdera. O perdão fora exaurido. "O sistema todo", concluiu, "está em modo de falha." Algumas semanas depois, ele começou a trabalhar em seu livro mais pessimista, A Vingança de Gaia, publicado no Brasil em 2006. Na sua visão, as falhas nos modelos climáticos computadorizados são dolorosamente aparentes. Tome como exemplo a incerteza relativa à projeção do nível do mar: o IPCC, o painel da ONU sobre mudanças climáticas, estima que o aquecimento global vá fazer com que a temperatura média da Terra aumente até 6,4 graus Celsius até 2100. Isso fará com que geleiras em terra firme derretam e que o mar se expanda, dando lugar à elevação máxima do nível de mar de apenas pouco menos de 60 centímetros. A Groenlândia, de acordo com os modelos do IPCC, demorará mil anos para derreter.

Mas evidências do mundo real sugerem que as estimativa s do IPCC são conservadoras demais. Para começo de conversa, os cientistas sabem, devido aos registros geológicos, que há 3 milhões de anos, quando as temperaturas subiram cinco graus acima dos níveis atuais, os mares subiram não 60 centímetros, mas 24 metros. Além do mais, medidas feitas por satélite recentemente indicam que o Ártico está derretendo com tanta rapidez que a região pode ficar totalmente sem gelo até 2030. "Quem elabora os modelos não tem a menor noção sobre derretimento de placas de gelo", desdenha o estudioso, sem sorrir.

Mas não é apenas o gelo que invalida os modelos climáticos. Sabe-se que é difícil prever corretamente a física das nuvens, e fatores da biosfera, como o desmatamento e o derretimento da Tundra, raramente são levados em conta. "Os modelos de computador não são bolas de cristal", argumenta Ken Caldeira, que elabora modelos climáticos na Universidade de Stanford, cuja carreira foi profundamente influenciada pelas idéias de Lovelock. "Ao observar o passado, fazemos estimativas bem informadas em relação ao futuro. Os modelos de computador são apenas uma maneira de codificar esse conhecimento acumulado em apostas automatizadas e bem informadas."

Aqui, em sua essência supersimplificada, está o cenário pe ssimista de Lovelock: o aumento da temperatura significa que mais gelo derreterá nos pólos, e isso significa mais água e terra. Isso, por sua vez, faz aumentar o calor (o gelo reflete o sol, a terra e a água o absorvem), fazendo com que mais gelo derreta. O nível do mar sobe. Mais calor faz com que a intensidade das chuvas aumente em alguns lugares e com que as secas se intensifiquem em outros. As florestas tropicais amazônicas e as grandes florestas boreais do norte - o cinturão de pinheiros e píceas que cobre o Alasca, o Canadá e a Sibéria - passarão por um estirão de crescimento, depois murcharão até desaparecer. O solo permanentemente congelado das latitudes do norte derrete, liberando metano, um gás que contribui para o efeito estufa e que é 20 vezes mais potente do que o CO2... e assim por diante. Em um mundo de Gaia funcional, essas respostas positivas seriam moduladas por respostas negativas, sendo que a maior de todas é a capacidade da Terra de irradiar calor para o espaço. Mas, a certa altura, o sistema de regulagem pára de funcionar e o clima dá um salto - como já aconteceu muitas vezes no passado - para uma nova situação, mais quente. Não é o fim do mundo, mas certamente é o fim do mundo como o conhecemos.

O cenário pessimista de Lovelock é desprezado por pesquisadores de clima de renome, sendo que a maior parte deles rejeita a idéia de que haja um único ponto de desequilíbrio para o planeta inteiro. "Ecossistemas individuais podem falhar ou as placas de gelo podem entrar em colapso", esclarece Caldeira, "mas o sistema mais amplo parece ser surpreendentemente adaptável." No entanto, vamos partir do princípio, por enquanto, de que Lovelock esteja certo e que de fato estejamos navegando por cima das cataratas do Niagara. Simplesmente vamos acenar antes de cair? Na visão de Lovelock, reduções modestas de emissões de gases que contribuem para o efeito estufa não vão nos ajudar - já é tarde demais para deter o aquecimento global trocando jipões a diesel por carrinhos híbridos. E a idéia de capturar a poluição de dióxido de carbono criada pelas usinas a carvão e bombear para o subsolo? "Não há como enterrar quantidade suficiente para fazer diferença." Biocombustíveis? "Uma idéia monumentalmente idiota." Renováveis? "Bacana, mas não vão nem fazer cócegas." Para Lovelock, a idéia toda do desenvolvimento sustentável é equivocada: "Deveríamos estar pensando em retirada sustentável".

A retirada, na visão dele, significa que está na hora de começar a discutir a mudança do lugar onde vivemos e de onde tiramos nossos alimentos; a fazer planos para a migração de milhões de pessoas de regiões de baixa altitude, como Bangladesh, para a Europa; a admitir que Nova Orleans já era e mudar as pessoas para cidades mais bem posicionadas para o futuro. E o mais importante de tudo é que absolutamente todo mundo "deve fazer o máximo que pode para sustentar a civilização, de modo que ela não degenere para a Idade das Trevas, com senhores guerreiros mandando em tudo, o que é um perigo real. Assim, podemos vir a perder tudo".

Até os amigos de Lovelock se retraem quando ele fala assim. "Acho que ele está deixando nossa cota de desespero no negativo", diz Chris Rapley, chefe do Museu de Ciência de Londres, que se empenhou com afinco para despertar a consciência mundial sobre o aq uecimento global. Outros têm a preocupação justificada de que as opiniões de Lovelock sirvam para dispersar o momento de concentração de vontade política para impor restrições pesadas às emissões de gases poluentes que contribuem para o efeito estufa. Broecker, o paleoclimatologista de Columbia, classifica a crença de Lovelock de que reduzir a poluição é inútil como "uma bobagem perigosa".

"Eu gostaria de poder dizer que turbinas de vento e painéis solares vão nos salvar", Lovelock responde. "Mas não posso. Não existe nenhum tipo de solução possível. Hoje, há quase 7 bilhões de pessoas no planeta, isso sem falar nos animais. Se pegarmos apenas o CO2 de tudo que respira, já é 25% do total - quatro vezes mais CO2 do que todas as companhias aéreas do mundo. Então, se você quer diminuir suas emissões, é só parar de respirar. É apavorante. Simplesmente ultrapassamos todos os limites razoáveis em números. E, do ponto de vista puramente biológico, qualquer espécie que faz isso tem que entrar em colapso."

Mas isso não é sugerir, no entanto, que Lovelock acredita que deveríamos ficar tocando harpa enquanto assistimos o mundo queimar. É bem o contrário. "Precisamos tomar ações ousadas", ele insiste. "Temos uma quantidade enorme de coisas a fazer." De acordo com a visão dele, temos duas escolhas: podemos retornar a um estilo de vida mais primitivo e viver em equilíbrio com o planeta como caçadores-coletores ou podemos nos isolar em uma civilização muito sofisticada, de altíssima tecnologia. "Não há dúvida sobre que caminho eu preferiria", diz certa manhã, em sua casa, com um sorriso aberto no rosto enquanto digita em seu com putador. "Realmente, é uma questão de como organizamos a sociedade - onde vamos conseguir nossa comida, nossa água. Como vamos gerar energia."

Em relação à água, a resposta é bem direta: usinas de dessalinização, que são capazes de transformar água do mar em água potável. O suprimento de alimentos é mais difícil: o calor e a seca vão acabar com a maior parte das regiões de plantações de alimentos hoje existentes. Também vão empurrar as pessoas para o norte, onde vão se aglomerar em cidades. Nessas áreas, não haverá lugar para quintais ajardinados. Como resultado, Lovelock acredita, precisaremos sintetizar comida - teremos que criar alimentos em barris com culturas de tecidos de carnes e vegetais. Isso parece muito exagerado e profundamente desagradável, mas, do ponto de vista tecnológico, não será difícil de realizar.
O fornecimento contínuo de eletricidade também será vital, segundo ele. Cinco dias depois de visitar o centro Hadley, Lovelock escreveu um artigo opinativo polêmico, intitulado: "Energia nuclear é a única solução verde". Lovelock argumentava que "devemos usar o pequeno resultado dos renováveis com sensatez", mas que "não temos tempo para fazer experimentos com essas fontes de energia visionárias; a civilização está em perigo iminente e precisa usar a energia nuclear - a fonte de energia mais segura disponível - agora ou sofrer a dor que em breve será infligida a nosso planeta tão ressentido".

Ambientalistas urraram em protesto, mas qualquer pessoa que conhecia o passado de Lovelock não se surpreendeu com sua defesa à energia nuclear. Aos 14 anos, ao ler que a energia do sol vem de uma reação nuclear, ele passou a acreditar que a energia nuclear é uma das forças fundamentais no universo. Por que não aproveitá-la? No que diz respeito aos perigos - lixo radioativo, vulnerabilidade ao terrorismo, desastres como o de Chernobyl - Lovelock diz que este é dos males o menos pior: "Mesmo que eles tenham razão a respeito dos perigos, e não têm, continua não sendo nada na comparação com as mudanças climáticas".

Como último recurso, para manter o planeta pelo menos margin almente habitável, Lovelock acredita que os seres humanos podem ser forçados a manipular o clima terrestre com a construção de protetores solares no espaço ou instalando equipamentos para enviar enormes quantidades de CO2 para fora da atmosfera. Mas ele considera a geoengenharia em larga escala como um ato de arrogância - "Imagino que seria mais fácil um bode se transformar em um bom jardineiro do que os seres humanos passarem a ser guardiões da Terra". Na verdade, foi Lovelock que inspirou seu amigo Richard Branson a oferecer um prêmio de US$ 25 milhões para o "Virgin Earth Challenge" (Desafio Virgin da Terra), que será concedido à primeira pessoa que conseguir criar um método comercialmente viável de remover os gases responsáveis pelo efeito estufa da atmosfera. Lovelock é juiz do concurso, por isso não pode participar dele, mas ficou intrigado com o desafio. Sua mais recente idéia: suspender centenas de milhares de canos verticais de 18 metros de comprimento nos oceanos tropicais, colocar uma válvula na base de cada cano e permitir que a água das profundezas, rica em nutrientes, seja bombeada para a su

perfície pela ação das ondas. Os nutrientes das águas das profundezas aumentariam a proliferação das algas, que consumiriam o dióxido de carbono e ajudariam a resfriar o planeta. "É uma maneira de contrabalançar o sistema de energia natural da Terra usando ele próprio", Lovelock especula. "Acho que Gaia aprovaria."

Oslo é o tipo perfeito de cidade para Lovelock. Fica em latitudes do norte, que ficarão mais temperadas na medida em que o clima for esquentando; tem água aos montes; graças a suas reservas de petróleo e gás, é rica; e lá já há muito pensamento criativo relativo à energia, incluindo, para a satisfação de Lovelock, discussões renovadas a respeito da energia nuclear. "A questão principal a ser discutida aqui é como manejar as hordas de pessoas que chegarão à cidade", Lovelock avisa. "Nas próximas décadas, metade da população do sul da Europa vai tentar se mudar para cá."

Nós nos dirigimos para perto da água, passando pelo castelo de Akershus, uma fortaleza imponente do século 13 que funcionou como quartel-general nazista durante a ocupação da cidade na Segunda Guerra Mundial. Para Lovelock, os paralelos entre o que o mundo enfrentou naquela época e o que enfrenta hoje são bem claros. "Em certos aspectos, é como se estivéssemos de novo em 1939", ele afirma. "A ameaça é óbvia, mas não conseguimos nos dar conta do que está em jogo. Ainda estamos falando de conciliação."

Naquele tempo, como hoje, o que mais choca Lovelock é a ausência de liderança política. Apesar de respeitar as iniciativas de Al Gore para conscientizar as pessoas, não acredita que nenhum político tenha chegado perto de nos preparar para o que vem por aí. "Em muito pouco tempo, estaremos vivendo em um mundo desesperador, comenta Lovelock. Ele acredita que está mais do que na hora para uma versão "aquecimento global" do famoso discurso que Winston Churchill fez para preparar a Grã-Bretanha para a Segunda Guerra Mundial: "Não tenho nada a oferecer além de sangue, trabalho, lágrimas e suor". "As pessoas estão prontas para isso", Lovelock dispara quando passamos sob a sombra do castelo. "A população entende o que está acontecendo muito melhor do que a maior parte dos políticos."

Independentemente do que o futuro trouxer, é provável que Lovelock não esteja por aí para ver. "O meu objetivo é viver uma vida retangular: longa, forte e firme, com uma queda rápida no final", sentencia. Lovelock não apresenta sinais de estar se aproximando de seu ponto de queda. Apesar de já ter passado por 40 operações, incluindo ponte de safena, continua viajando de um lado para o outro no interior inglês em seu Honda branco, como um piloto de Fórmula 1. Ele e Sandy recentemente passaram um mês de férias na Austrália, onde visitaram a Grande Barreira de Corais. O cientista está prestes a começar a escrever mais um livro sobre Gaia. Richard Branson o convidou para o primeiro vôo do ônibus espacial Virgin Galactic, que acontecerá no fim do ano que vem - "Quero oferecer a ele a visão de Gaia do espaço", diz Branson. Lovelock está ansioso para fazer o passeio, e planeja fazer um teste em uma centrífuga até o

fim deste ano para ver se seu corpo suporta as forças gravitacionais de um vôo espacial. Ele evita falar de seu legado, mas brinca com os filhos dizendo que quer ver gravado na lápide de seu túmulo: "Ele nunca teve a intenção de ser conciliador".

Em relação aos horrores que nos aguardam, Lovelock pode muito bem estar errado. Não por ter interpretado a ciência erroneamente (apesar de isso certamente ser possíve l), mas por ter interpretado os seres humanos erroneamente. Poucos cientistas sérios duvidam que estejamos prestes a viver uma catástrofe climática. Mas, apesar de toda a sensibilidade de Lovelock para a dinâmica sutil e para os ciclos de resposta no sistema climático, ele se mostra curiosamente alheio à dinâmica sutil e aos ciclos de resposta no sistema humano. Ele acredita que, apesar dos nossos iPhones e dos nossos ônibus espaciais, continuamos sendo animais tribais, amplamente incapazes de agir pelo bem maior ou de tomar decisões de longo prazo que garantam nosso bem-estar. "Nosso progresso moral", diz Lovelock, "não acompanhou nosso progresso tecnológico."

Mas talvez seja exatamente esse o motivo do apocalipse que está por vir. Uma das questões que fascina Lovelock é a seguinte: A vida vem evoluindo na Terra há mais de 3 bilhões de anos - e por que motivo? "Gostemos ou não, somos o cérebro e o sistema nervoso de Gaia", ele explica. "Agora, assumimos responsabilidade pelo bem-estar do planeta. Como vamos lidar com isso?"
Enquanto abrimos caminho no meio dos turistas que se dirigem para o castelo, é fácil olhar para eles e ficar triste. Mais difícil é olhar para eles e ter esperança. Mas quando digo isso a Lovelock, ele argumenta que a raça humana passou por muitos gargalos antes - e que talvez sejamos melhores por causa disso. Então ele me conta a história de um acidente de avião, anos atrás, no aeroporto de Manchester. "Um tanque de combustível pegou fogo durante a decolagem", recorda. "Havia tempo de sobra para todo mundo sair, mas alguns passageiros simplesmente ficaram paralisados, sentados nas poltronas, como tinham lhes dito para fazer, e as pessoas que escaparam tiveram que passar por cima deles para sair. Era perfeitamente óbvio o que era necessário fazer para sair, mas eles não se mexiam. Morreram carbonizados ou asfixiados pela fumaça. E muita gente, fico triste em dizer, é assim. E é isso que vai acontecer desta vez, só que em escala muito maior."

Lovelock olha para mim com olhos azuis muito firmes. "Algumas pessoas vão ficar sentadas na poltrona sem fazer nada, paralisadas de pânico. Outras vão se mexer. Vão ver o que está prestes a acontecer, e vão tomar uma atitude, e vão sobreviver. São elas que vão levar a civilização em frente."

FONTE:http://www.rollingstone.com.br/edicoes/14/textos/1185/